Então eu caí na água. Água suja e fétida. Água nojenta em que me afogo. Água que sorvo obrigado e sinto o gosto da merda que boia nela descendo pela minha garganta. Que chega queimando em meus estômago e me faz sentir espásmos de dor e desespero. E a vomito, misturada com sangue, apenas para que ela volte e eu sinta novamente a dor, apenas para perpetuar o sofrimento substituindo o fígado dilacerado. (a continuar)


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